Rutúlia

Tribo Militaristas

Rei: Dauno
Idioma Local: Etrusco.

A tribo da Rutúlia tem crescido enormemente em influência graças ao seu poder militar. ela é governada pelo Rei Dauno e pela rainha Venília, que possuem grandes tratados com ambos os povos de Veio, Lácio e Tirrênia. Eles foram resposáveis por grandes vitórias sob o comando dos seus generais de infantaria Atinas e de carruagem Metisco.

Esse poder militar começou décadas atrás quando o antigo rei Pilumno previu a vinda de um grande herói que defenderia os deuses italianos de deuses usurpadores vindos do Leste. A guerra se tornou o foco da tribo dos Rutulios desde então o que culminou no seu atual ápice militarista. O atual rei Dauno desposou a princesa Venília por este motivo. Afinal, ele era um grande guerreiro do sul italiano que conseguiu o trono dos Rutúlios graças às suas habilidades.

Em meio a este furor militarista surgiu o filho de Dauno e Venília: o príncipe Turno. Muitos dizem que o violento Turno é o grande herói que seu avô profetizou. Ele é um guerreiro sem igual e um líder extremamente habilidoso, que superou o famoso em todos os aspectos. Resta saber quando a grande guerra virá para ele tomar o seu lugar em defesa dos deuses italianos.

A tribo dos Rutúlios cresce em poder a cada dia. O príncipe guerreiro Turno tem criado novas estratégias de guerra a medida que a influência de seu povo cresce entre as terras italianas. Ele exige disciplina e obediência de seus guerreiros cujo número cresce a cada dia.

 

Turno e Juturna 

O sábio rei Dauno governa a Campânia ao lado de sua mulher Venília. O casal teve três filhos: o grande explosivo guerreiro Turno, a arcana das águas Juturna, e a bela princesa Euippe.

O príncipe Turno não possui nem vinte anos de idade, mas já é o grande herói do povo da Campânia. Ele é líder dos guerreiros Rútulos, a elite militar de Campânia, que rivaliza com o exército do rei Tirreno. Ele tem sido instigado pelo violento guerreiro Mezentio, que foi exilado pelos etruscos, a atacar a liga das doze cidades. Todos esperam que Turno escute a razão e não comece um banho de sangue.

A princesa Juturna é bem mais cabeça fria que seu beligerante irmão. A guerra entre ambos Turno e Tirreno só não ocorreu porque ela tem convencido o irmão do contrário. Ela é uma poderosa mulher que detém o poder sobre os rios e lagos, assim, ela acompanha o irmão em suas batalhas. No entanto, cada vez mais ambos divergem nos seus planos para o futuro.

Turnus: [DH.1.64.2-3; Vir.Aen.7, 10.76, 10.616, 12.919ff., and passim].

Juturna: Vir.Aen.10.76, 10.616, 12.138ff., 12.879.

 

Metisco

Nenhuma pessoa detém maior confiança do príncipe-guerreiro Turno em toda a tribo da Rutúlia quando o condutor de carruagens Vênulo. Este é o grande companheiro de batalhas do herói. Ambos treinaram juntos e ascenderam na hierarquia militar como uma grande parceria.

Poucos sabem que o condutor de carruagens possui uma grande paixão pela princesa Juturna, mas nunca foi capaz de se declarar à arcana das águas. Todo o pedido da princesa é uma ordem para o bom condutor, que a respeita como nenhuma outra pessoa. No entanto, Metisco não se considera digno de tamanho poder e alta classe social, por isso, mantém seus sentimentos em segredo apesar de desconfiar que a princesa já os conheça.

[Vir.Aen.12.469].

 

Vênulo, Almo e Voluso

O príncipe-guerreio Turno já domina todo o governo da tribo Rutuli graças à confiança que seu pai lhe tem. Esse é o motivo que o príncipe colocou dois de seus companheiros em altas funções na tribos. Esses dois homens são Vênulo e Almo. O diplomático Almo é o atual mensageiro do príncipe, que leva sua palavra a todas as outras tribos, seja para realizar pactos, cobrança de tributos ou declarações de guerras. Já o inteligente Almo se tornou líder econômico de toda a tribo. Ele toma conta do tesouro real e administra os rebanhos do rei Dauno;

O líder dos guerreiros da Rutúlia é o grande guerreiro e brilhante estrategista Voluso. Ele é uma pessoa de poucas palavras que está sempre em constante discussão com o príncipe Turno, quem considera extremamente violento e excessivamente desejoso por sangue. No entanto, Vosulo é tão fiel ao rei Dauno quanto os seus homens lhe são fieis. A lista desses guerreiros é: Abaris; Acrão; Anteu; Anxur; Aquícolo; Arcécio; Ásilas; Astir; os irmãos Cátilo, Coras e Tiburto; Cethego; Cidão; Cisseu, filho de Melampo; Cupenco; Caedicus; Dauco; Ébalo, filho de Telão; Épulo; Estenelo; Estênio; Faro; Faudo; Gias; Haleso; Hemon; Herbeso; Hisbo; Ilo; Imaão; Lago; Lamo; Lamiro; Larides; Licas; os irmãos Liger e Lucago; Lucas; Lucétio; Mago; Meão; Murrano; Nifeu; Noemão; Numa; Numano; Numitor; Onites; Ortígio; Osíris; Quercen; Remo; Rheteu; Rheto; Rapo; Saces; Sacrator; Sálio; Serrano; Sucro; Sulmo; Tago; Talo; Tamiro; Terão; Tmaro; Ufens, o melhor lutador; Valério, Volcens e os comandantes Atinas e Carmers.

Vênulo: [Ov.Met.14.456; Vir.Aen.8.9, 11.242, 11.757]

Almo: [Vir.Aen.7.531].

 

Laran

O centro da cidade de Rutúlia possui uma grande estátua de um homem jovem, sem barba e nu, vestindo apenas um capacete na cabeça e uma lança na mão. Ele é o amado Laran, deus da guerra e patrono da cidade, que muitos acreditam retornar à vida quando a cidade está em apuras para lutar ao lado de seus guerreiros.

Diferente de outros deuses da guerra, tão comuns nas culturas de outros povos, o deus Laran é considerado um deus pacifista. Ele é totalmente contra a guerra injustificada, de forma que apenas são aceitas as orações para se encerrar os conflitos, nunca para começá-los. É essa crença pacifista que tem causado indisposição de muitos cidadãos da Rutúlia contra o príncipe Turno, que parece ansioso por começar uma guerra a todo custo.