Aram

Rei: Reobe

Em construção

Hadadezer

O rei Hadadezer lidera os exércitos do reino de Aram que faz fronteira com as terras israelitas. Ele é filho do líder arameu chamado  Reobe que pertence à casa me mesmo nome e g[reina a partir da capital aramaica de Damasco.  O seu reino se estende desde as bordas israelitas até o rio Eufrates dos mesopotâmios através das terras de Zobá. Algumas das cidades importantes sob seu domínio são Tebá, Chum e Berotai, nos vales do Beca.

Não há dúvidas que o rei Hadadezer é um dos reis mais relevante de seu tempo com coragem e poder o bastante para atacar os próprios assírios na sua fronteira norte. Ele é um rei belicoso que conta com mais de vinte mil soldados e mil carruagens de guerra. Os seus principais generais são Sobaque, que lidera sua infantaria, e Rezom, quepossui grande experiência com embarcações. Felizmente, suas fronteiras com as terras de Israel estão em relativa paz porque este rei está em confronto contra um líder revoltosos de suas terras chamado de Toí da cidade de Hamate. No entanto, o líder deste reino do norte não merece confiança. Um ataque pode surgir a qualquer momento.

Sobaque

Líder dos Exércitos

Rezom

Servo com experiência em bavegação

Toí

Líder revoltoso

Shamash

A divindade chamada de Shamash é considerada a deusa da Justiça e da Verdade. Ele é filha do deus-supremo El, que gerou todos os outros deuses do panteão canaanita. Ela é a própria deusa-solar que está no firmamento chamada de a “Tocha dos Deuses”. Ele observa do alto as ações humanas para premiar aqueles que fazem o bem e punir aqueles que fazem o mal. Muito além dessa função de executor da justiça divina, Utu desce nos horizontes Oeste até os subterrâneos todas as noites em preparação para o nascer do sol nos horizontes do Leste.

Após deusa Shamash teve grande importância no julgamento do deus Baal

In the Epic of Baal, Shapash plays an important part in the plot, as she interacts with all of the main characters, and in the end she is favourable to Baal’s position as king.[5] She announces that El supports Yam.[6] By delivering her verdict in the final struggle of Baal with Mot, she reveals her role as judge among the gods, and by her judgement against Mot, as saviour of humankind, two aspects, Brian B. Schmidt observes,[7] that conform with what is known of Shamash’s function in Mesopotamia. After Baal is killed, she helps Anat bury and mourn him,[8] and then stops shining. Following El’s dream about the resurrection of Baal,[9] El asks Anat to persuade Shapash to shine again, which she agrees to, but declares that she will continue to search for him.[10] In the battle between Baal and Mot, she threatens Mot that El will intervene in Baal’s favour, a threat which ends the battle.[11]

In the Tanakh, worshiping Shemesh is forbidden and is punishable by stoning. Worshiping Shemesh was said to include bowing to the east,[12] in the direction of the sun, as well as rituals related to horses and chariots, which were associated with her.[13][better source needed] King Josiah was also said to have abolished sun worship (among others).[14][better source needed]

The Bible in general attempts to portray the sun non-anthropomorphically or as representing Yahweh‘s power. Shapash/Shemesh is usually substituted for euphemisms like “or” (light), and it appears that sun worship, even in an Yahwist way, was avoided at all costs. However, the Woman of the Apocalypse, may directly allude to ancient Near Eastern sun goddesses.[15]