Nova Cronologia Da Antiguidade (Teoria de Rohl)

Os historiadores descrevem um período na antiguidade conhecido como “Idade das Trevas Antiga”. Ele durou trezentos anos entre os anos 1200 e 900 a.C. Tudo o que aconteceu antes de 1200 a.C é muito bem documentado pelos egípcios se encerrando no confronto com os “Povos do Mar”. Tudo o que aconteceu após 900 d.C. é muito bem documentado pelos gregos e pela bíblia que descrevem a fundação de Roma e Cartago; assim como um ataque egípcio contra a cidade de Jerusalém. No entanto, não há praticamente nada documentado entre essas datas por qualquer povo conhecido. É um buraco negro da história.

A narrativa histórica atual descreve que esse período obscuro foi uma consequência do confronto contra os Povos do Mar. Esse povo destruiu a civilização hitita e alijou os egípcios. Houve um consequente colapso da economia e queda na elite letrada da época. Pelo menos, essa é a explicação para a interrupção abrupta nos registros históricos. No entanto, vem crescendo uma teoria do famoso egiptólogo David Rohl, que tenta explicar esse período período obscuro de forma bem inusitada. O egiptólogo questiona:

E se os trezentos anos de Idade das Trevas Antiga forem uma ilusão criada por um erro de datação?

David Rohl elimina esses trezentos anos da chamada Idade das Trevas, advogando que os eventos de 1200 a.C. ocorreram imediatamente antes aos eventos de 900 a.C.. Ou seja os Povos do Mar levam diretamente à fundação de Roma e Cartago.

O erro de datação decorreu da confusão política em que diferentes faraós entre a 20ªe a 25ª dinastias do Egito governaram diferentes regiões do Rio Nilo ao mesmo tempo (em certos momentos, houveram quatro faraós ao mesmo tempo). O egiptólogo David Rohl diminui esse período de confusão política de quinhentos anos para apenas duzentos anos ao reorganizar a sequência de faraós. É essa redução de trezentos anos que traz ataque dos Povos do Mar para os anos de 900 a.C, sendo esta a nova data para o fim da era de Bronze.

Desta forma, o faraó que atacou Jerusalém por volta do ano 930 a.C., que a bíblia chama de Sisaque, não foi Shoshenk I como o nome deixa transparecer, mas o mais famoso faraó Ramsés II, o Grande, visto que ambos possuem relatos históricos de invasão às terras de Israel em suas tumbas.

Caso a teoria de Davi Rohl seja verdadeira, a alteração da cronologia egípcia traz consequências que surgem aos olhos dos historiadores e dos amantes da mitologia. Essas consequências são:

  1. A Guerra de Troia realmente iniciou a fundação de Roma (como contado nos épicos greco-romanos)
  2. O Rei David ganha comprovação histórica (como contado na Bíblia)
  3. O Êxodo de Moisés ganha uma narrativa egípcia confirmatória (como contado na Bíblia)

A Guerra de Troia realmente iniciou a fundação de Roma!

As canções épicas sobre a fundação de Roma contam como os sobreviventes da Guerra de Troia foram liderados pelo famoso príncipe Enéias, que lutou ao lado dos troianos, até as terras da Itália. Ele teve um romance com a rainha Dido de Cartago, filha do rei Mattan, e foi recebido por Tirreno dos Etruscos, filho de Ônfale, na região que onde Roma seria fundada.

Sabe-se que há uma relação direta entre esse Povo do Mar e a Guerra de Troia. Muitas teorias identificam os Povos do Mar com a confederação liderada pelos troianos que provocaram a mítica guerra, com os próprios gregos micênicos que a venceram ou com os refugiados da destruição causada por ela. No entanto, as viagens de Eneias antes eram totalmente descartadas visto que a guerra de Troia ficava estabelecida no ano de 1180 a.C enquanto os Etruscos só chegaram na Itália após o ano 850 a.C e a rainha Dido era filha do rei Mattan que governou a Fenícia no ano de 840 a.C.

Por outro lado, a nova cronologia coloca a guerra de troia em 880 a.C. O príncipe sobrevivente Enéias assim fica mais próximo dessas duas figuras históricas.

O Rei David ganha comprovação histórica.

A nova cronologia traz todos os faraós do Egito anteriores ao Povos do Mar para trezentos anos mais cedo. Não apenas o Ramsés estaria governando no ano de 930 a.C como também o famoso faraó Aquenáton, que quis estabelecer uma religião monoteísta no Egito, vem para a data mais próxima de 1052 a.C a 1036 a.C (antes era 1352 a 1336 a.C.).  Isso o coloca o faraó monoteísta exatamente contemporâneo do conflito entre Saul e David descrito na bíblia.

Para a surpresa de todos o nome de Davi aparece na famosa correspondência de trezentos-oitenta cartas (“As Cartas de Amarna”) do faraó Aquenáton com outros reis do mundo. Essa descrição ocorre na carta #256 que o faraó recebeu de Mutbaaal (traduzido como “Filho de Baal” em canaanita) cujo nome é exatamente igual ao filho de Saul chamado Isobaal (traduzido como “Filho de Baal” em hebraico).

“Como pode-se dizer em sua presença que Mut-Baal fugiu. Ele escondeu Ayyab? Como pode o rei de Pihilu fugir do comissário Sukini do rei, seu senhor? Ó faraó, senhor dele, viva. Ó faraó, senhor meu, viva. Ó faraó, senhor meu, isso se tornará uma vergonha. Eu juro que Ayyab não está em Phihilu. Na verdade, ele está em campo há dois meses. Só pergunte a Ben-Elima. Só pergunte a Dadva. Só pergunte a Yishya se após roubar Sulum-Marduk, eu fui ajudar Astartu quando as cidades de Garu se tornaram hostis.” – EA #256.

Não só o nome de Davi (como Dadva) aparece, mas também os nomes do seu general Joabe (Ayyab) e do seu pai Jessé (Yishya) podem também estar descritos na mesma carta.

Além disso, o faraó recebeu as cartas do pai de Mutbaal chamado Labaya que tem um história muito semelhante ao Saul da bíblia. Assim como Saul, esse Labaya desejava se tornar o líder das terras israelenses ao impor sua força contra os reis locais e teve de se justificar ao faraó por isso. Na carta #254, assim como Saul da bíblia tinha um filho Jônatas que se relacionava com o seu inimigo Davi, o Labaya tem um filho não-nomeado que se relacionava com seus inimigos chamados de Habiru (praticamente igual aos “Hebreus”).

“Eu sou um servo leal do faraó! Não sou um rebelde e não sou delinquente em meu dever. Não retive meu pagamento de tributos; Não retive nada solicitado pelo meu comissário. Ele me denuncia injustamente, mas o rei, meu senhor, não examina meu suposto ato de rebelião. Meu ato de rebelião é este: quando entrei em Gazru, continuei dizendo: Tudo o que é meu o faraó leva, mas onde está o que pertence a Milkilu? Eu conheço as ações do Milkilu contra mim! Além disso, o faraó escreveu para meu filho. Eu não sabia que meu filho estava se relacionando com os Habiru. Eu, portanto, o entrego a Addaya.” EA #254.

A coincidência de nomes é simplesmente demais para não se admirar.

O Êxodo de Moisés ganha uma narrativa egípcia confirmatória

Outra consequência da mudança de datas é a confirmação do Êxodo liderado por Moisés por fontes egípcias. O Papiro de Ipuur é um lamento pela grande revolta de servos e escravos nas terras do Egito. Ele descreve como a nobreza foi subjugada, como as construções foram interrompidas, como os recursos ficaram escassos e como o faraó foi deposto. Este da décima-terceira ou da décima-quarta dinastia que precedeu a invasão dos Hicsos já que no fim há um protesto contra “os que informaram asiáticos da situação da terra”.

O texto é sempre comparado com o livro do Êxodo, não só por causa da rebelião de escravos que é o mesmo tema do livro bíblico, mas também por causa do trecho sobre o rio Nilo se tornar sangue como na primeiríssima praga lançada por Moisés:“De fato, o rio é sangue, mas os homens bebem dele. Os homens evitam os seres humanos e têm sede de água.” (Papiro de Ipuwer, capítulo 2).

No entanto, sempre houve um problema em relacionar o texto com o Êxodo por causa do seu tempo histórico. Afinal, a décima-quarta geração ocorreu por volta de ano de 1700 a.C. e nem as datas mais antigas propostas para o Êxodo se atrevem a ir sob o risco de desmontar a cronologia semita. Por outro lado, se anteciparmos a cronologia egípcia em trezentos anos, a décima-quarta dinastia ficaria por volta no ano de 1400 a.C. exatamente no tempo proposto pela Bíblia.

Além disso, o trecho bíblico: “Assim os israelitas construíram para o faraó as cidades-celeiros de Pitom e Ra­messés”  se torna mais verdadeiro. Afinal, foi exatamente na décima-quarta dinastia que a cidade de Avaris foi construída. E hoje é fato bem conhecido que a cidade de Avaris era o antigo nome da cidade de Ramsés antes o faraó com este mesmo nome construir a sua capital sobre as ruínas da anterior.  

Conclusão

Eu descrevi os argumentos de David Rohl e posso concluir que o egiptólogo ganhou mais um adepto a sua teoria. Hoje, eu acredito verdadeiramente que essa “Nova Cronologia” é a cronologia correta.

Obrigado, Pedro Cavalcanti.

Celta

Rei: Taranis

Em cosntrução

 

 

Lugus

Lugus was a deity of the Celtic pantheon. His name is rarely directly attested in inscriptions, but his importance can be inferred from place names and ethnonyms, and his nature and attributes are deduced from the distinctive iconography of Gallo-Roman inscriptions to Mercury, who is widely believed to have been identified with Lugus, and from the quasi-mythological narratives involving his later cognates, Welsh Lleu Llaw Gyffes (Lleu of the Skillful Hand) and Irish Lugh Lámhfhada (Lugh of the Long Arm).

The iconography of Gaulish Mercury includes birds, particularly ravens and the cock, now the emblem of France; horses; the tree of life; dogs or wolves; a pair of snakes (c.f. Hermes‘s Caduceus and Abraxas); mistletoe; shoes (one of the dedications to the Lugoves was made by a shoemakers’ guild; Lugus’s Welsh counterpart Lleu (or Llew) Llaw Gyffes is described in the Welsh Triads as one of the “three golden shoemakers of the island of Britain”); and bags of money. He is often armed with a spear. He is frequently accompanied by his consort Rosmerta (“great provider”), who bears the ritual drink with which kingship was conferred (in Roman mythology). Unlike the Roman Mercury, who is always a youth, Gaulish Mercury is occasionally also represented as an old man.

Triplism. Altar depicting a tricephalic god identified as Lugus, discovered in Reims. Gaulish Mercury is associated with triplism: sometimes he has three faces, sometimes three phalluses, which may explain the plural dedications. This also compares with Irish myth. In some versions of the story Lug was born as one of triplets, and his father, Cian (“Distance”), is often mentioned in the same breath as his brothers Cú (“Hound”) and Cethen (meaning unknown), who nonetheless have no stories of their own. Several characters called Lugaid, a popular medieval Irish name thought to derive from Lug, also exhibit triplism: for example, Lugaid Riab nDerg (“of the Red Stripes”) and Lugaid mac Trí Con (“Son of Three Hounds”) both have three fathers.

Rübekeil[28] suggests that Lugus was a triune god, comprising EsusToutatis and Taranis, the three chief deities mentioned by Lucan (who, at the same time, makes no mention of Lugus), and that pre-Proto-Germanic tribes in contact with the Celts (possibly the Chatti) moulded aspects of Lugus into the Germanic god Wōdanaz i.e. that Gaulish Mercury gave rise to Germanic Mercury.

In IrelandLugh was the victorious youth who defeats the monstrous Balor “of the venomous eye”. He was the godly paradigm of priestly kingship, and another of his appellations, lámhfhada “of the long arm”, carries on an ancient Proto-Indo-European image of a noble sovereign expanding his power far and wide. His festival, called Lughnasadh (“Festival of Lugh”) in Ireland, was commemorated on 1 August. When the Emperor Augustus inaugurated Lugdunum (“fort of Lugus”, now Lyon) as the capital of Roman Gaul in 18 BC, he did so with a ceremony on 1 August (this may be purely coincidental, however). At least two of the ancient Lughnasadh locations, Carmun and Tailtiu, were supposed to enclose the graves of goddesses linked with terrestrial fertility.

Lugus has also been suggested as the origin not only of Lugh and Lleu Llaw Gyffes, but also the Arthurian characters Lancelot and Lot (most famously championed by the Arthurian scholar Roger Sherman Loomis), though more recent Arthurian scholarship has downplayed any such link between Lugus and Lancelot.

 

Brigantia

Brigantia was a goddess in Celtic (Gallo-Roman and Romano-British) religion of Late Antiquity. Through interpretatio Romana, she was identified with the goddess Victoria. The tales connected to the characters of Brigid and Saint Brigid in Irish mythology and legend have been argued to be connected to Brigantia, although the figures themselves remain distinct.

Inscriptions. Altar to Jupiter Dolichenus and Caelestis Brigantia from Corbridge, on a 1910 postcard

Seven inscriptions to Brigantia are known, all from Britain.[3] At Birrens (the Roman Blatobulgium), Dumfries and Galloway, in Scotland, is an inscription:

Brigantia is assimilated to Victoria in two inscriptions, one from Castleford in Yorkshire[5] and one from Greetland near Halifax, also in Yorkshire.[6] The later may be dated to 208 CE by mention of the consuls:

D(eae) Vict(oriae) Brig(antiae) / et num(inibus) Aauugg(ustorum) / T(itus) Aur(elius) Aurelian/us d(onum) d(edit) pro se / et suis s(e) mag(istro) s(acrorum) // Antonin[o] / III et Geta [II] / co(n)ss(ulibus)

At Corbridge on Hadrians Wall – in antiquity, Coria – Brigantia has the divine epithet Caelestis (“Heavenly, Celestial”) and is paired with Jupiter Dolichenus:[7]

Iovi aeterno / Dolicheno / et caelesti / Brigantiae / et Saluti / C(aius) Iulius Ap/ol(l)inaris / |(centurio) leg(ionis) VI iuss(u) dei

There is an inscription at Irthington near Brampton in Cumbria DEAE NYMPHAE BRIGANTIAE—”to the divine nymph Brigantia”.[8]

Garret Olmstead noted numismatic legends in Iberian scriptBRIGANT_N (or PRIKANT_N, as Iberic script does not distinguish voiced and unvoiced consonants) inscribed on a Celtiberian coin, suggesting a cognate Celtiberian goddess.[9]

Iconography. At Birrens (the Roman Blatobulgium), archaeologists have found a Roman-era stone bas-relief of a female figure; she is crowned like a tutelary deity, has a Gorgon’s head on her breast, and holds a spear and a globe of victory like the Roman goddesses Victoria and Minerva.[10] The inscription mentioned above assures the identification of the statue as Brigantia rather than Minerva. A statue found in Brittany also seems[according to whom?] to depict Brigantia with the attributes of Minerva.

Toponomy. There are several placenames deriving from ‘Brigantium’, the neuter form of the same adjective of which the feminine became the name of the goddess. Association of these with the goddess is however dubious, since the placenames are easily explained as referring to a “high fort” or “high place” in the literal sense.

Lisa Bitel noted a wide spread through toponymy:

The town of Bregenz, at the eastern end of Lake Constance in Austria, retains the older name of Brigantion, a tribal capital of a people called the Brigantii, possibly after a goddess Brigant. The rivers Brent in England, Braint in Wales, and Brigid in Ireland are all related linguistically and maybe religiously to the root Brig/Brigant … Ptolemy, a second-century geographer, did mention a tribe calling itself the Brigantes in Leinster. But nothing remains of the Irish Brigantes except this single tribal name on a Greek’s map, the river Brigid, and much later literary references to saints and supernatural figures named Brigit.[11]

Other towns which may also preserve this theonym include Brigetio in Hungary[12] and also Briançonnet and Briançon, both in Provence-Alpes-Côte d’Azur, France. In antiquity, Briançon was called Brigantio and was the first town on the Via Domitia. It is attested by an inscriptions mentioning munic(ipii) Brigantien(sium) (the town of Brigantio)[13] and Bri/gantione geniti (the Briganti people).[14] At Briançonnet, two third-century inscriptions mention ord(o) Brig(antorum).[15][16] There, oak trees were particularly venerated.[citation needed]

The ancient name of Bragança in Trás-os-MontesPortugal, was Brigantia. The inhabitants today are still called brigantinosBraga is another town in Portugal. It is the capital of the district of the same name in the province of Minho. A short distance up the coast, the cities of A Coruña and Betanzos in present-day Galicia (which together with the area of present-day Portugal north of the Douro river formed the Roman and later medieval kingdom of Gallaecia or Callaecia) were respectively named Brigantia and Brigantium. According to the Lebor Gabála Érenn (The Book of the Takings of Ireland), Breogán founded the city called Brigantia and built a tower there from the top of which his son Íth glimpses Ireland and then sets sail across the Celtic Sea to invade and settle it.

 

Esus

Imagery. The two sculptures where Esus appears are the Pillar of the Boatmen from among the Parisii, on which Esus is identified by name,[1] and a pillar from Trier among the Treveri with similar iconography.[4][5] In both of these, Esus is portrayed cutting branches from trees with his axe.[5] Esus is accompanied, on different panels of the Pillar of the Boatmen, by Tarvos Trigaranus (the ‘bull with three cranes’), JupiterVulcan, and other gods.

Sources. A well-known section in Lucan‘s Bellum civile (61–65 CE) refers to gory sacrifices offered to a triad of Celtic deities: Teutates, Hesus (an aspirated form of Esus), and Taranis.[2] Variant spellings, or readings, of the name Esus in the manuscripts of Lucan include Hesus, Aesus, and Haesus.[6] Among a pair of later commentators on Lucan’s work, one identifies Teutates with Mercury and Esus with Mars. According to the Berne Commentary on Lucan, human victims were sacrificed to Esus by being tied to a tree and flogged to death.[7]

The Gallic medical writer Marcellus of Bordeaux may offer another textual reference to Esus in his De medicamentis, a compendium of pharmacological preparations written in Latin in the early 5th century and the sole source for several Celtic words. The work contains a magico-medical charm decipherable as Gaulish which appears to invoke the aid of Esus (spelled Aisus) in curing throat trouble.[3]

The personal name “Esunertus” (“strength of Esus”) occurs in a number of Gallo-Roman inscriptions, including one votive inscription dedicated to Mercury,[8][9] while other theophoric given names such as Esugenus are also attested.[6] It is possible that the Esuvii of Gaul, in the area of present-day Normandy, took their name from this deity.[10]

T. F. O’Rahilly derives the name Esus, as well as AoibheallÉibhleannAoife, and other names, from the Indo-European root *eis-, which he glosses as “well-being, energy, passion”.[11]

Interpretations. John Arnott MacCulloch summarized the state of scholarly interpretations of Esus in 1911 as follows:

M. Reinach applies one formula to the subjects of these altars—”The Divine Woodman hews the Tree of the Bull with Three Cranes.” The whole represents some myth unknown to us, but M. D’Arbois finds in it some allusion to events in the Cúchulainn saga. In the imagery, the bull and tree are perhaps both divine, and if the animal, like the images of the divine bull, is three-horned, then the three cranes (garanus, “crane”) may be a rebus for three-horned (trikeras), or more probably three-headed (trikarenos). In this case, woodmantree, and bull might all be representatives of a god of vegetation. In early ritual, human, animal, or arboreal representatives of the god were periodically destroyed to ensure fertility, but when the god became separated from these representatives, the destruction or slaying was regarded as a sacrifice to the god, and myths arose telling how he had once slain the animal. In this case, tree and bull, really identical, would be mythically regarded as destroyed by the god whom they had once represented. If Esus was a god of vegetation, once represented by a tree, this would explain why, as the scholiast on Lucan relates, human sacrifices to Esus were suspended from a tree. Esus was worshipped at Paris and at Trèves; a coin with the name Æsus was found in England; and personal names like Esugenos, “son of Esus,” and Esunertus, “he who has the strength of Esus,” occur in England, France, and Switzerland. Thus the cult of this god may have been comparatively widespread. But there is no evidence that he was a Celtic Jehovah or a member, with Teutates and Taranis, of a pan-Celtic triad, or that this triad, introduced by Gauls, was not accepted by the Druids. Had such a great triad existed, some instance of the occurrence of the three names on one inscription would certainly have been found. Lucan does not refer to the gods as a triad, nor as gods of all the Celts, or even of one tribe. He lays stress merely on the fact that they were worshipped with human sacrifice, and they were apparently more or less well-known local gods.[8]

James McKillop cautions that Arbois de Jublainville’s identification of Esus with Cú Chulainn “now seems ill-founded”.[12]

Jan de Vries finds grounds of comparison between Esus and Odin, both being patrons of sailors sometimes associated with Mercury to whom human victims were said to be sacrificed by hanging.[10]

Miranda Green suggests that the willow-tree that Esus hews may symbolize “the Tree of Life […] with its associations of destruction and death in winter and rebirth in the spring”.[5] She further suggests that the cranes might represent “the flight of the soul (perhaps the soul of the tree)”.[5]

Neo-Duridism. The 18th century Druidic revivalist Iolo Morganwg identified Esus with Jesus on the strength of the similarity of their names. He also linked them both with Hu Gadarn, writing:

Both Hu and HUON were no doubt originally identical with the HEUS of Lactantius, and the HESUS of Lucan, described as gods of the Gauls. The similarity of the last name to IESU [Welsh: Jesus] is obvious and striking.[13]

This identification is still made in certain Neo-Druidic circles. Modern scholars consider the resemblance between the names Esus and Jesus to be coincidental.

 

Taranis

 

Teutates

 

MatresCernunnos, the sky-god Taranis, and Epona.

A todo vapor!

Eu tenho postado muito poucos nos últimos meses, mas quem segue o site deve ter percebido que muito conteúdo mudou e foi adicionado. Por exemplo, praticamente doze cidades egípcias com seus mais ilustres habitantes neste período por volta de 1230 a.C foram concluídas. Além disso, tivemos a adição de novas cidades danaãs como Tráquis e Corinto. E também de cidade asiáticas como Mitani e Babilônia.

Não postei nada neste período exatamente por que a ebulição de conteúdos em minha cabeça são mais rápidos do que a minha capacidade de escrever, por isso não tive sequer tempo de anunciar as adições, mas como podem ver o site está a todo vapor!

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Trabalhadores egípcios erguendo uma pirâmide bloco por bloco.

 

 

Recriando a cidade de Abidos!

A cidade de Abidos não era mais que uma cidade-cemitério que se transformou num nos centros religiosos da civilização egípcia quando o grande deus Osíris foi sepultado em uma de suas tumbas. Parece ser algo mais mitológico, mas realmente a cidade evoluiu exatamente dessa maneira na vida real. O fantástico adicionado na história por minha mãe pelos contos da história recai em ter o deus-menino Ihy como seu governante. Assim, espero todos que gostem desta nova descrição que poder ser acessada clicando aqui! Provavelmente, a próxima cidade a ser adicionada será a cidade de Tinis, que pertenceu ao mesmo nomo de Abidos, mas era habitada pelo deus Onúris, senhor da guerra, assassino de inimigos.

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John Reinhard Weguelin (1849–1927)

Cidade de Tebas

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Richard Phené Spiers (1838–1916)

A cidade de Tebas foi a segunda capital do Egito unificado, sendo o centro da história egípcia e do culto do deus Amun. A mistura entre o fantástico e a história coube muito bem no relato da cidade, com a descrição da sua importância histórica em todos os grandes eventos do Egito e a inclusão da deusa Mut como foco do poder divino na guerra contra Aquenáton pelo uso do Olho de Rá. Assim, espero todos que gostem desta nova descrição para que eu possa continuar meu trabalho. Para acessar essas informações sobre a cidade de Tebas, basta clicar aqui! Provavelmente, a próxima cidade a ser adicionada será a cidade de Abidos, onde está a tumba do deus morto Osíris.

Cidade de Mênfis

A cidade de Mênfis foi a primeira capital do Egito unificado, sendo o centro da história egípcia e do culto do deus Ptah. A mistura entre o fantástico e a história coube muito bem no relato da cidade, com a descrição do seu arauto Ápis e do seu sumo-sacerdote Khuamuset. Assim, espero todos que gostem desta nova descrição para que eu possa continuar meu trabalho. Para acessar essas informações sobre a cidade de Mênfis, basta clicar aqui! Provavelmente, a próxima cidade a ser adicionada será a cidade de Tebas.

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Frederick Arthur Bridgman (1847–1928)

Explorando o Egito

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Estátua do Complexo Arqueológico de Abu Simbel

Quando comecei esta ideia de contruir um mundo que mistura o mitológico e o histórico, o ponto de partida foi a mitologia grega. Os deuses e heróis eram mais conhecidos. As histórias, reconhecidamente instigantes. Foi um prato cheio. Depois, eu passei para os continentes da Ásia quase por uma questão de inércia. Afinal, a mitologia grega invade as terras do Leste com a Viagem dos Argonautas e a Guerra de Troia.

Graças à esse salto provido pela mitologia grega, já estava vendo os muitos panteões asiáticos que existiam ali e suas próprias particularidades. Os hititas, os fenícios e os mesopotâmios realmente me surpreenderam. Seus deuses e histórias são fascinantes. Devo admitir que o grau de satisfação que alcancei ao remontar as civilizações do Leste foi muito superior que com os gregos. A razão disso: eu nunca poderia imaginar a riqueza de histórias.

Enfim, senti agora a necessidade de reconstruir o mundo egípcio deste período. Sempre tive a certeza de que esta seria a parte mais difícil do meu plano. Os egípcios sempre me pareceram tão fechados para outras culturas e seus deuses de tão difícil sincretismo. Até mesmo os relatos dos Gregos dentro do Egito me pareceram desconectados dos eventos históricos da região. Segundo, a história egípcia é tão bem documentada por seus antepasados que imaginei que seria de difícil abertura para o fantástico e mitológico.

Felizmente, eu estava errado. As coisas estão se encaixando de forma muito melhor do que imaginei e há sim muita abertura para o mitológico no mundo egípcio. Por esse motivo, apresento a vocês a primeira cidade egípcia destrinchada para minha Era dos Heróis. Clique aqui, para ver a cidade capital de Per-Ramsés. Em breve, devo apresentar a histórica cidade de Mênfis.

 

 

 

Cadmo – veja a biografia completa!

Jacob Jordaens (1593–1678)

Cadmo foi um príncipe guerreiro originário das terras do leste. Ele ficou famoso por ter fundado a importante cidade de Tebas após seguir os conselhos do oráculo de Delfi e derrotar o poderoso dragão Ismeno. O seu nome Κάδμος pode ser traduzido em referência aos seus feitos “aquele que se distingue” (kekadmai) ou à sua origem através da palavra fenícia “vindo do leste” (qdm). Para conhecer a todos os feitos da fantástica vida desse grande herói clique aqui!

Guerra entre os Heróis Gregos e os Juízes de Israel que começou em 1175 a.C.

HAMILTON, Gavin, (1723 - 1798)

Gavin, Hamilton (1723 – 1798)

A Guerra de Troia se encerrou. A cidade foi pilhada e a princesa Helena foi resgatada. Os gregos pelasgos, incluindo Odisseu, Agamenon, Menelau e tantos outros, enfim embarcam em suas embarcações para retornar às suas terras natais após dez anos de batalhas excruciantes e sangrentas. Os deuses, no entanto, não estão felizes com o desfecho da guerra e enviam uma tempestade contra a frota Pelasga.

Muitos líderes Pelasgos tem seus navios espalhados por todo o mediterrâneo. Odisseu é jogado na costa da Itália. Menelau é lançado na costa do Egito. Outros tem destinos piores. E aqueles que conseguem chegar em sua terra natal enfrentam conspirações locais que se criaram nesses dez anos em que seus líderes ficaram guerreando contra os troianos. Esse é o caso do rei Idomeneu de Creta, que ao chegar na sua terra natal, encontrou um usurpador sentado em seu trono e e deitado na cama com sua esposa.

Idomeneu tentou reconquistar seu reino, mas não conseguiu. O usurpador o expulsou de suas próprias terras. Ele teve que abandonar Creta com alguns dos poucos homens leais que levou consigo para Troia em quarenta navios. Ele teve que buscar um novo lar.

“Nauplio navegou ao longo das terras gregas e descobriu que as esposas dos gregos tramaram contra seus maridos: Clitemnestra com Egisto; Egiália com Cometes; e Meda, esposa de Idomeneus, com Leuco. Mas Leuco matou a Meda, junto com sua filha Clisitira, que tomou refúgio no templo; e tendo se aliado com dez cidades de Creta, ele se fez tirano delas. Assim,  ao fim da guerra de Troia, quando Idomeneus desembarcou em Creta, Leuco o expulsou.” – Apolodoro, Biblioteca – Livro Epítome 6:9-10.

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Vaso semelhante ao micênico IIIc em cidade Filisteia (Gath) nas terras de Canaã.

Chegada de Idomeneu em Canaã

O líder Idomeneu vagou pelo Mediterrâneo sem que o mito dissesse o seu destino final, mas a resposta pode estar na Bíblia que fala da origem dos seus inimigos Philisteus vindos da ilha de Caftor, que dentre os historiadores há um consenso que é Creta.

As terras de Canaã eram um destino bem possível para Idomeneu, afinal, o líder Menelau e sua esposa Helena, já estavam por essas regiões costeiras que pertenciam ao Egito, pois foram levados até lá pela tempestade que acometeu os navios gregos peslagos. Assim, não é algo fora da realidade pensar que o líder Idomeneu possa ter ido atrás dele nesta mesma região,

“Não me sois, vós, ó filhos de Israel, como os filhos dos etíopes? diz o Senhor: Não fiz eu subir a Israel da terra do Egito, e aos filisteus de Caftor, e aos sírios de Quir?” – Livro de Amós 9:7

“Por causa do dia que vem, para destruir a todos os filisteus, para cortar de Tiro e de Sidom todo o restante que os socorra; porque o Senhor destruirá os filisteus, os sobreviventes da ilha de Caftor.” – Livro de Jeremias 47:4

Derrota de Idomeneu na Batalha de Djhai

Outra fonte histórica, que pode atestar a chegada dos cretenses na região de Canaã, são os hieroglifos na tumba do faraó Ramsés III (não confundir com Ramsés, o Grande) em Medinet Hadu. Na câmara mortuárias que descreve seus feitos há o relato de uma batalha contra os infames Povos do Mar no oitavo ano de seu governo. Em especial, está descrita a batalha de Djhai, que é a região de Canaã.

As forças do rei Idomeneu, que os egípcios chamam de Peleset, foram derrotadas nesta batalha pelas forças egípcias, como o próprio Ramsés III enaltece em sua câmara mortuária. Note que a escrita silábica, que vigorava tanto no Egito quanto em Israel e na Grécia, não leva em consideração as vogais. Assim, ambas palavras Filisteia (Pleshet, em hebraico original), Peleset (Pw’l’-s’-t, em egípcio original) são considerados idênticas por todos os especialistas em linguística e semelhante o bastante do grego Pelasgos para serem considerados todos o mesmo povo.

“O Senhor pôs grande terror de mim no coração de seus chefes; o medo e terror de mim estava diante deles; para que eu possa carregar seus guerreiros, amarrados em minhas mãos, e conduzi-los à tua alma, ó meu augusto pai. Venha, para pegá-los, sendo eles os Peleset (Pw-l’-s’-t), Denyen (D’-y-n-yw-n’), Shekelesh” (S’-k-rw-s)”. 

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Reprodução da paredes da câmara mortuária de Ramsés III no templo de Medinet Habu.

O juiz Sangar de Israel participou da derrota de Idomeneu

Levando-se em consideração que os Philisteus e os Peslagos são o mesmo povo, o que é corroborado por evidências arqueológicas (como veremos a seguir) e pela própria Bíblia (como vimos anteriormente) a primeira batalha deste exército recém-chegado em Canaã contra os Israel também encontra nas escrituras.

O povo de Israel também era recém-chegado na região de Canaã, pois foram trazidos por Moisés no Êxodo. No entanto, eles foram surpreendidos por esse estranho povo vindo do mar e tiveram que enfrentar esse invasor. Foi o juiz Sangar quem liderou o povo israelense nessa batalha, conforme as escrituras bíblicas. No relato, ele empunha um ferrão de gado na mão e vence os inimigos cretenses, assim libertando a terra de Israel

Depois dele foi Sangar, filho de Anate, que feriu a seiscentos homens dos filisteus com um ferrão de bois, também libertou a Israel. – Livro dos Juízes 3:31

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Altar minoico em cidade Filisteia (Gath)

Idomeneu se torna vassalo do Faraó

Outro documento egípcio encontrado também na tumba de Ramsés nos revela o destino de Idomeneu após sua derrota na batalha de Dhjai. É um manuscrito de 1,500 linhas de texto, encontrado em Medinet Habu e chamado de Papiro Harris I.

Era uma prática comum no Egito integrar prisioneiros aos seus domínios, pois eles não tinham interesses em escravos. Foi exatamente isso que o faraó Ramsés II fez com as forças invasoras lideradas por Idomeneu. Para muitos historiadores, essa é a origem das cinco cidades dos Philisteus descritas na Bíblia: Ascalão, Asdode, Ecrom, Gath e Gaza.

“Eu os assentei em locais fortificados que estão em meu nome. Numerosas eram suas classes, com centenas de milhares fortes. Eu cobrei tributo, em roupas e grãos, de seus mercados e silos todos os anos” – Papiro Harris I. 

Cidades Cretenses em Canaã

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Vasos cretense e enterro tipicamente minoico em cidade Filisteia (Gath).

A Bíblia mostra claramente que os Philisteus acabam por ser tornar os maiores arqui-inimigos do povo de Israel após esses eventos. Entre outros feitos e múltiplas batalhas, eles dominaram o povo de Israel por um determinado período, chegaram a roubar a Arca da Aliança e foram os responsáveis pela morte do famoso herói Sansão.

A maior prova de que os Filisteu possuem origem cretense está nas próprias escavações das cidades Philisteias. A cidade de Gath, atual Tell es-Safi, em especial, mostra a presença de traços marcantes da cultura minoica entre os seus habitantes.

1) Altares de duplo chifre, que raramente são encontrados em outros lugares além de Creta.

2) Objetos fálicos que simbolizam o deusa-mãe da fertilidade, que era a líder do panteão minoico.

3) Cerâmicas são típicas da ilha de Creta e Micênica; sendo bem diferente dos padrões cananitas e israelenses do mesmo período.

4) Rituais funerários típicos dos habitantes do mar Egeu, que diferem daqueles praticados pelos cananitas e israelenses.

Esses achados arqueológicos não deixam qualquer dúvida que os Philisteus possuem origem da ilha de Creta. A própria Bíblia corrobora com isso em suas escrituras. A única dúvida que se coloca é sobre quem foi o colonizador da região. Teria sido o Idomeneu, líder cretense que lutou na guerra de Troia e que é eu teorizo neste post? Ou teria sido outro grupo de pessoas? Desconhecidos? Imigrantes? Fugitivos? Qualquer um?

Como amante da Era dos Heróis gregos e adorador das narrativas da Guerra de Troia, não posso deixar de tomar partido em Idomeneu, principalmente, quando a arqueologia está do meu lado nessa afirmação.

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