Eleusina

Rei: Celeu
Cidades:
Símbolo: Foice de Arado

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Sociedade

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Anfiteu

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Polixeino

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Eumolpo

Eumolpo nunca conheceu os seus pais. Ele foi abandonado na infância, sendo arremessado ao mar para morrer. Felizmente, foi salvo por Bentesekime, filha do próprio deus dos mares. A bela oceanida o adotou. Ensinou-o a ser um grande guerreiro. Era uma criança destinada a ser um campeão.

Eumolpo deixou sua mãe adotiva na juventude para viajar à cidade de Elêusis. Desejava aprender os segredos da natureza com Triptolemo, o maior sacerdote de Deméter. Nesta época, enquanto aprendia os Mistérios Elêusianos, a cidade sofreu um covarde ataque do exército ateniense liderado pelo imortal rei Erecteu.

Eumolpo tomou armas contra Atenas e entrou para a história ao derrotar o rei Erecteu. Foi uma lendária batalha em que o herói primeiro morreu, depois voltou à vida. Por fim, fez o rei inimigo desgraçado pelo próprio Zeus que o tinha sob sua proteção. Lançou-o ao mundo dos mortos. Hoje, Eumolpo é um respeitado veterano de guerra, sacerdote de Demeter e um habilidoso mestre de armas, que continua a proteger a cidade de Elêusis.

 

Louis-Jean-Francois Lagrenee

Triptolemo

Houve uma época, não tão distante, em que a deusa Deméter vagou pela Terra por muitos anos. Estava à procura de sua filha desaparecida Perséfone.  A deusa da agricultura foi assim recebida pelo rei Celeu na cidade de Elêusis. O príncipe Triptolemo, filho deste rei, consolou a deusa nesse seu período de sofrimento. Ambos acabaram por dividir a mesma cama. E, desta união, nasceu Anfiteu.

Triptolemo amou Deméter até o dia em que a deusa partiu novamente em busca da filha perdida. Durante esse período, a deusa o ensinou os segredos da natureza e da agricultura aos seus anfitriões. O príncipe amante ficou inquieto com tanto conhecimento. Resolveu deixar a cidade de Elêusis em uma missão. Ele deveria disseminar os segredos que havia recebido pelo mundo. A última vez que foi visto, Triptolemo estava na Trácia ensinando aos reis locais os segredos dos Mistérios Eleusianos.

O pequeno Anfiteu cresceu ouvindo as histórias de seu pai que pouco conheceu, mas que adora. Ele, ainda jovem, começou a manifestar poderes ligados à natureza em função de sua ascendência divina. Devido à ausência do pai, foi introduzido aos Mistérios Eleusianos pelo avô, o rei Celeu, e pelo sacerdote Polixeino. Agora, o jovem Anfiteu sob a tutela do sábio Polixeino deixa os portões eleusianos em busca de provar o seu valor.