Britânia

Rei: Balor Olhos-Maus

Os fomorianos vivem nos confins desconhecidos do mundo, numa ilha ao norte do continente chamada Britânia. Eles viviam da caça e da pesca até a chegada do lendário explorador Partólomo, que surgiu nos horizontes marinhos em grandes embarcações e trazendo o conhecimento do arado. Com um grande número de seguidores, Partólomo derrotou líder tribal Cichol Grienchos na batalha de Mag Itha. No entanto, Partólomo recebeu uma maldição divina na forma de uma terrível praga que exterminou por completo seus seguidores.

O novo invasor estrangeiro a chegar na ilha conseguiu igual sucesso no combate contra os fomorianos. O seu nome era Nemed, cuja sua sabedoria o fez vencer muitas batalhas até se tornar rei da ilha, mas não demorou para uma rebelião dos fomorianos conseguir sua vingança. Eles atacaram a força invasora. Como resultado, o líder Nemed foi morto, o seu povo escravizado e os poucos sobreviventes fugiram da ilha sob a liderança de Fergo Lethderg, filho de Nemed. Esse foi o fim da segunda invasão.

A terceira invasão veio sob o comando do líder estrangeiro Fir Bolg que era um descendente de Nemed. Ele desembarcou num local despovoado da ilha e lá fundou um povoamento clamando ser o renascer do povo “Fomoriano”. Essa denominação já havia sido esquecida pelos povos locais que agora chamavam a si mesmo de “Tribo de Deuses” (Tuatha Dé Danann), cujo rei Nuada enfrentou o líder invasor  Assim ocorreu a Batalha de Mag Tuired, que durou quatro dias. No fim, o líder Fir Bolg foi o grande vitorioso enquanto o rei Nuada perdeu a sua mão no combate e foi obrigado a se ajoelhar diante dos “Novos Fomorianos”.

O reino de Fir Blg durou trinta e sete anos até sua morte. O trono de sua cidade foi entregue ao destemido guerreiro chamado Balor Olhos-Maus; que se mostrou um reino tirânico e perverso. Ele causou revoltas na tribo Tuatha Dé Danann. O próprio rei Nuada, com sua mão de prata, ainda tentou aplacar a perversidade de Balor. Foi negociar uma convivência melhor entre Fomorianos e Tuath dé Danann, mas esse esforço foi em vão. A resposta de Balor veio na espada. Ele matou o antigo rei, causando furor entre seus súditos da Tribo dos Deuses que agora desejam vingança.

  

Bres

O jovem guerreiro Bres é considerado o homem mais belo de toda a Britânia. Muitos o chamam de a flor dos Tuatha De Danann por suas feições delicadas. No enanto, embora ele sempre tenha sido considerado gentil e nobre seu povo, o belo guerreiro caiu em desgraça por sua ambição. Ele aceitou os poderes concedidos por Balor Olhos-Maus, que lhe colocou no lugar do antigo líder Nuada Mãos-de-Prata.

Todos ficaram decepcionados quando viram a flor de Tuatha De Danann executar as ordens injustas do maligno Balor. O guerreiro Bres nem imagina que uma serie de eventos está para ocorrer na Tribo que está sob seu comando. Desde a morte de Nuada Mão-de-Prata a indignação está se tornando em revolta. Nem os pais do traidor Bres está do seu lado já organizando sua deposição. Os profetas já anunciam visões de que uma segunda Batalha de Mag Tuired está prestes a ocorrer.

 

Lugo

Muitas décadas atrás, o terrível rei Balor Olhos-Maus recebeu uma profecia. Foi revelado que ele seria morto por um de seus netos. Assim, quando sua filha Ethnil engravidou do jovem Cian da tribo rival, dando a luz à trigêmeos, o rei Balor enlouqueceu de vez. Ele mandou matar as três crianças. Felizmente, o sacerdote Birog conseguiu salvar uma delas, que recebeu o nome de Lugo.

O jovem Lugo cresceu escondido num lar adotivo sob a vigia atenta do sacerdote Birog. Ele se tornou um jovem guerreiro e um aprendiz das artes arcanas. Ele logo se alistou no exército do líder Nuada Mão-de-Prata e destacou-se dentre seus companheiros por causa de suas habilidades arcanas.

 

Dagda e Ogma

Companheiros e meio-irmãos de Lugo. Druida e Guerreiro.

 

Ogma

He fights in the first battle of Magh Tuiredh when the Tuatha Dé take Ireland from the Fir Bolg.[3] Under the reign of Bres, when the Tuatha Dé are reduced to servitude, Ogma is forced to carry firewood, but nonetheless is the only one of the Tuatha Dé who proves his athletic and martial prowess in contests before the king. When Bres is overthrown and Nuadu restored, Ogma is his champion. His position is threatened by the arrival of Lugh at the court, so Ogma challenges him by lifting a great flagstone, which normally required eighty oxen to move it, and hurling it out of Tara, but Lugh answers the challenge by hurling it back. When Nuadu hands command of the Battle of Mag Tuired to Lugh, Ogma becomes Lugh’s champion and promises to repel the Fomorian king, Indech, and his bodyguard, and to defeat a third of the enemy. During the battle he finds Orna, the sword of the Fomorian king Tethra, which recounts the deeds done with it when unsheathed. During the battle Ogma and Indech fall in single combat, although there is some confusion in the texts as in Cath Maige Tuired Ogma, Lugh and the Dagda pursue the Fomorians after the battle to recover the harp of Uaitne, the Dagda’s harper.[4]

He often appears as a triad with Lugh and the Dagda (The Dagda is his brother and Lugh is his half-brother), who are sometimes collectively known as the trí dée dána or three gods of skill,[5] although that designation is elsewhere applied to other groups of characters. His father is Elatha and his mother is usually given as Ethliu,[6] sometimes as Étaín.[7][8] In the Ogam Tract, he is called the son of Elatha and brother of Delbaeth and Bres. Oghma’s sons include Delbaeth[9] and Tuireann.[10]

Invention of Ogham[edit]

In the Ogam Tract Ogma is said to be a man skilled in speech and poetry who invented the Ogham as proof of his ingenuity and to create a speech that belongs to learned men apart from rustics. In the same tract Ogma is called the father of the Ogham alphabet, and his knife or hand its mother.[11][2] The same tract says that sound was the father of Ogham and matter its mother.

 

Dagda

Before the Second Battle of Maig Tuired the Dagda built a fortress for Bres called Dún Brese and was also forced by the Fomorian kings Elatha, Indech, and Tethra to build raths.[20] In the lead up to the Second Battle of Maig Tuired, when Lugh asks Dagda what power he will wield over the Fomorian host, he responds that he “[..] will take the side of the men of Erin both in mutual smiting and destruction and wizardry. Their bones under my club will be as many as hailstones under feet of herds of horses.”[20]

The Dagda had an affair with Bóand, wife of Elcmar.[28] In order to hide their affair, Dagda made the sun stand still for nine months; therefore their son, Aengus, was conceived, gestated and born in one day.[29] He, along with Bóand, helped Aengus search for his love.[30]

Whilst Aengus was away the Dagda shared out his land among his children, but Aengus returned to discover that nothing had been saved for him. Aengus later tricked his father out of his home at the Brú na Bóinne (Newgrange). Aengus asked his father if he could live in the Brú for láa ogus oidhche “(a) day and (a) night”, which in Irish is ambiguous, and could refer to either “a day and a night”, or “day and night”, which means for all time, and so Aengus took possession of the Brú permanently. In The Wooing of Étaín, on the other hand, Aengus uses the same ploy to trick Elcmar out of Brú na Bóinne, with the Dagda’s connivance.[30]

The Dagda was also the father of Bodb DeargCermaitMidirÁine, and Brigit. He was the brother of Oghma, who is probably related to the Gaulish god Ogmios[citation needed]Ogmios, depicted as an old man with a club, is one of the closest Gaulish parallels to the Dagda. Another Gaulish god who may be related to the Dagda is Sucellus, the striker, depicted with a hammer and cup.

He is credited with a seventy- or eighty-year reign (depending on source) over the Tuatha Dé Danann, before dying at the Brú na Bóinne, finally succumbing to a wound inflicted by Cethlenn during the second battle of Magh Tuiredh.[31]

In a poem about Mag Muirthemne, the Dagda banishes an octopus with his “mace of wrath” using the following words: “Turn thy hollow head! Turn thy ravening body! Turn thy resorbent forehead! Avaunt! Begone!”, the sea receded with the creature and the plain of Mag Muirthemne was left behind.[32]

In the Dindsenchas the Dagda is described as swift with a poison draught and a just dealing lord. He is also called a King of Erin with hosts of hostages, a noble, slender prince, and the father of CermaitAengus, and Aed.[33]

 

Tales depict the Dagda as a figure of immense power. He is said to own a magic staff, club or mace which could kill nine men with one blow; but with the handle he could return the slain to life. It was called the lorg mór (“the great staff/club/mace”) or the lorg anfaid (“the staff/club/mace of wrath”). His magic cauldron was known as the coire ansic (“the un-dry cauldron”) and was said to be bottomless, from which no man left unsatisfied.[18] It was said to have a ladle so big that two people could fit in it.[19] Uaithne, also known as “the Four Angled Music”, was a richly ornamented magic harp made of oak which, when the Dagda played it, put the seasons in their correct order; other accounts tell of it being used to command the order of battle. He possessed two pigs, one of which was always growing whilst the other was always roasting, and ever-laden fruit trees.

The Dagda was one of the kings of the Tuatha De Danann. The Tuatha Dé Danann are the race of supernatural beings who conquered the Fomorians, who inhabited Ireland previously, prior to the coming of the Milesians. The Mórrígan is often described as his wife, his daughter was Brígh[20], and his lover was Boann, after whom the River Boyne is named, though she was married to Elcmar. Prior to the battle with the Fomorians, he coupled with the goddess of war, the Mórrígan, on Samhain in exchange for a plan of battle.[21][22]

Despite his great power and prestige, the Dagda is sometimes depicted as oafish and crude, even comical, wearing a short, rough tunic that barely covers his rump, dragging his great penis on the ground.[21] Such features are thought to be the additions of Christian redactors for comedic purposes. The Middle Irish language Coir Anmann (The Fitness of Names) paints a less clownish picture: “He was a beautiful god of the heathens, for the Tuatha Dé Danann worshipped him: for he was an earth-god to them because of the greatness of his (magical) power.”[23]

The Dagda has similarities with the later harvest figure Crom Dubh.[8]

The Dagda is said to be husband of the Morrígan, who is called his “envious wife”.[4][24] His children include AengusCermait, and Aed (often called the three sons of the Dagda), Brigit and Bodb Derg.[1] He is said to have two brothers, Nuada and Ogma, but this may be an instance of the tendency to triplicate deities.[4] Elsewhere the Dagda is linked exclusively with Ogma, and the two are called “the two brothers.”[20] In the Dindsenchas, the Dagda is given a daughter named Ainge, for whom he makes a twig basket or tub that always leaks when the tide is in and never leaks when it is going out.[25] The Dagda’s father is named Elatha son of Delbeath.[26] Englec, the daughter of Elcmar, is named as a consort of the Dagda and the mother of his “swift son”.[27] Echtgi the loathesome is another daughter of the Dagda’s named in the Banshenchas.[27]

 

 

 

 

 

A próxima invasão foi feita por Fir Bolg , que não encontrou os fomorianos. Em seguida, os Tuatha Dé Danann, que geralmente deveriam ser os deuses dos irlandeses goidelic, derrotaram o Fir Bolg na primeira Batalha de Mag Tuired e se apossaram da Irlanda. Como o rei deles, Nuada Airgetlám , havia perdido um braço na batalha e não estava mais fisicamente inteiro, o primeiro rei na Irlanda era o Bres meio-fomoriano. Ele foi o resultado de uma união entre Ériu, do Tuatha Dé Danann, e o príncipeomoriano Elatha, que a haviam chegado uma noite por mar em um barco prateado. Elatha e Bres são descritas como muito bonitas. No entanto, Bres acabou por ser um rei ruim que forçou os Tuatha Dé a trabalhar como escravos e prestar homenagem aos fomorianos. Ele perdeu a autoridade quando foi satirizado por negligenciar seus deveres reais de hospitalidade. Nuada foi restaurado à realeza depois que seu braço foi substituído por um de prata, mas a opressão dos Tuatha Dé pelos fomorianos continuou.Bres fugiu para seu pai, Elatha, e pediu sua ajuda para restaurá-lo ao reinado. Elatha recusou, alegando que ele não deveria tentar ganhar por falta significa o que ele não poderia manter por justa. Bres voltou-se para Balor , um chefe fomoriano mais bélico que vivia na Ilha Tory e criou um exército.Os Tuatha Dé Danann também se prepararam para a guerra, sob o comando de outro líder meio-fomoriano, Lug . Seu pai era Cian dos Tuatha Dé e sua mãe era filha de Balor, Ethniu . Isso é apresentado como um casamento dinástico nos primeiros textos, mas o folclore preserva uma história mais elaborada, remanescente da história de Perseu da mitologia grega . Balor, que recebeu uma profecia de que ele seria morto por seu próprio neto, trancou Ethniu em uma torre de vidro para mantê-la longe dos homens. Mas quando ele roubou a vaca mágica de Cian, ele se vingou ao entrar na torre, com a ajuda de uma druida chamada Biróg , e seduzindo-a. Ela deu à luz trigêmeos, que Balor ordenou que se afogassem. Dois dos bebês morreram ou se transformaram nos primeiros selos , mas Biróg salvou um, Lug, e o deu a Manannán e Tailtiu para adotá -lo. Quando adulto, Lug conseguiu entrar na corte de Nuada através de seu domínio de todas as artes e recebeu o comando do exército.A segunda Batalha de Mag Tuired foi travada entre os fomorianos sob Balor e os Tuatha Dé sob Lug. Quando as duas forças se encontraram no campo de batalha, foi dito que atacar o feroz flanco fomoriano era como bater na cabeça de um penhasco, colocar a mão no ninho de uma serpente ou enfrentar o fogo. [12] Balor matou Nuada com seu olho terrível e venenoso que matou tudo o que olhou. Lug encarou o avô, mas quando ele estava abrindo o olho, Lug disparou uma pedra de estilingue que lhe arrancou os olhos da nuca, causando estragos no exército fomoriano por trás. Após a morte de Balor, os fomorianos foram derrotados e levados ao mar.

De acordo com a versão irlandesa da Historia Britonum de Nennius , os fomorianos são chamados de marinheiros que foram forçados a uma torre perto do mar pelos Tuatha Dé Danann . Então os irlandeses ou descendentes de Nemed, com Fergus no lado vermelho à frente, empurraram todos os fomorianos para o mar, com exceção de um navio que sobreviveu. [13]

O treinamento de Cú Chulainn

Os fomorianos ainda estavam por lá na época de Cú Chulainn . No conto medieval irlandês intitulado The Training of Cú Chulainn , preservado como uma cópia de Richard Tipper na British Library, Egerton 106, faz a seguinte menção:

Então eles se separaram, e Cúchulainn foi e olhou para o grande mar. Enquanto ele estava lá, ele viu uma grande assembléia na costa mais próxima a ele, ou seja, cem homens e cem mulheres sentadas no seio do porto e da costa, e entre elas uma donzela bem torneada, querida e bonita, a mais donzela distinta das mulheres do mundo e chorando e lamentando ao redor da donzela. Cúchulainn veio ao local e os saudou. ‘O que é essa tristeza ou a miséria sobre você?’ diz Cúchulainn. A donzela respondeu e ela disse: ‘Um tributo real que a tribo dos fomorianos realiza neste país a cada sétimo ano, a saber, o primogênito dos filhos do rei. E, neste momento, chegou a mim fazer esse tributo, pois ao rei eu sou o mais querido de seus filhos. ”“ Que número vem para levantar esse tributo? pergunta Cúchulainn. “Três filhos de Alatrom dos fomorianos”, responde ela, “e Dub, Mell e Dubros são os nomes deles”. Não faz muito tempo que estavam nessas conversas quando viram a embarcação bem equipada e grande aproximar-se deles sobre as ondas furiosas do mar. E quando o pessoal da donzela viu o navio chegando, todos fugiram dela, e nenhuma pessoa permaneceu em sua companhia, exceto apenas Cúchulainn. E era assim aquele navio: um único guerreiro, sombrio, sombrio, diabólico, na popa daquele navio bom, e ele ria rudemente, de má sorte, de modo que todos viam suas entranhas e entranhas através do corpo de seu esófago. . – O que é essa alegria no grandalhão? pergunta Cúchulainn. ‘Porque’, diz a donzela, ‘ele considera excelente que você seja uma adição à sua homenagem neste ano, e não em qualquer outro ano’. “Pela minha consciência”, diz Cúchulainn, “não seria correto que ele se gabasse assim de mim se soubesse o que aconteceria com isso”. Então o grandalhão chegou a eles na costa e esticou o braço longo, musculoso e hediondo para prender Cúchulainn bem na frente de seu tributo real. Imediatamente, Cúchulainn levantou a mão direita, mostrou a espada, golpeou o grandalhão e arrancou a cabeça, de modo que ele foi o primeiro a cair por Cúchulainn depois de concluir seu treinamento. E depois os outros dois caíram por ele, e ele os deixou assim, pescoço a pescoço. [14]

Em épocas posteriores, quaisquer piratas estabelecidos ou invasores marítimos foram rotulados de fomorianos e o significado original da palavra foi esquecido.

Em construção. Avô materno. Grande vilão.

 

 

Tailtiu

Rainha local. Cuidou de Lugo.

 

Tuan mac Cairill

In Irish mythology Tuan mac Cairill was a recluse who retains his memories from his previous incarnations, going back to Antediluvian age. Initially a follower of Partholon, he alone survived the plague (or the Flood,[1]) that killed the rest of his people. Through a series of animal transformations he survived into Christian times, and, in conversation with St. Finnian of Moville told a brief history of himself and of Ireland from his people onward to the coming of St. Patrick.

Tuan who was a hermit or recluse, told St. Finnan that he was born 2000 years earlier and witnessed many of the waves of invaders who came to ancient Ireland – the NemediansFir Bolg and the Tuatha De Dannan.[3][4]

As a lone human guarding the land, he grew hairy, clawed and gray. And he witnessed the invasion of Nemed (who he says was his father’s brother), and woke up one day to find himself reborn as a vigorous young stag.[5] The ancient stag watched the Nemedians perish, and was again reborn into a young wild boar, and became the king of the boar-herds, witnessing the taking of Ireland by Semion, leader of the Fir Bolg.[6] Then he became a great hawk (or eagle[7]) and saw Ireland seized by the Tuatha Dé Danann and the Milesians. Later reincarnated into a salmon, he was caught by a fisherman serving a chieftain called Cairill, and was eaten whole by the Cairill’s wife, and passed into her womb to be reborn again as Tuan mac (son of) Cairill. He was eventually converted to Christianity, and conversed with St. Patrick and Colum Cille.[8][9]

 

 

Carman

In Celtic mythologyCarman or Carmun was a warrior and sorceress from Athens who tried to invade Ireland in the days of the Tuatha Dé Danann, along with her three sons, Dub (“black”), Dother (“evil”) and Dian (“violence”). She used her magical powers to destroy all the fruit of Ireland.

Four of the Tuatha Dé Danann, Crichinbel, LugBé Chuille and Aoi, challenged Carman and her sons. The sons were forced to leave Ireland, and Carman was imprisoned. She died of longing and was buried in Wexford among oak trees. Her grave was dug by Bres. The place she was buried was called Carman after her, and the Tuatha Dé Danann are said to have instituted an Óenach Carmán, or Festival of Carmán. Celtic historian Peter Berresford Ellis describes her as “a goddess who came to Ireland from Athens with her three ferocious sons—Calma (Valiant), Dubh (Black) and Olc (Evil). They laid Ireland to waste but were eventually overcome by the Tuatha Dé Danaan. Carmán died of grief and it is recorded that death ‘came upon her in an ungentle shape’. She was subsequently remembered in Leinster by a Festival of Carmán held at Lughnasad, 1 August.”[1]

Her story is told in a poem of the Metrical Dindshenchas, which states that she died in 600 BCE.

 

Deuses: Cailleach (criador) e Donn (morte) e Danu (mãe dos Tuatha de Danann). Profecia do grande invasor Carman (sob a orientação de Atenas).